Livro Didático: Critérios de Seleção do MEC

De acordo com as Resoluções nºs 3/2001 e 38/2003 do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, cabe às Secretarias de Educação Fundamental e de Educação Média e Tecnológica do Ministério da Educação a avaliação e seleção das obras a serem incluídas nos guias e catálogos que orientarão a escolha dos livros didáticos por milhares de professores do ensino fundamental e do ensino médio em todo o país. Feita a escolha pelos professores, a escola comunica o MEC e os livros escolhidos são adquiridos pelo FNDE e enviados às escolas públicas para distribuição aos alunos.

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Haddad é o responsável pelo desastre moral e intelectual na UnB: no dia posse, autoridade do MEC exalta o “Direito Achado na Rua”

Por Reinaldo Azevedo

Haddad assina posse de José Geraldo: a UnB entregue aos canibais da ideologia

 

O desastre moral e intelectual que se dá na UnB – onde, acreditem, há áreas dominadas pelo tráfico de drogas – se deu com a preciosa colaboração de Fernando Haddad, este ogro da educação brasileira disfarçado de esquerdista moderno – ainda que isso fosse possível, não seria ele. Com a queda do reitor Timothy Mulholland – esquerdista, sim, mas não o bastante para a delinqüência que tomou conta da universidade -, os militantes de extrema esquerda “ocuparam” a universidade e passaram a exigir eleições diretas e paritárias para reitor. O que significa eleição direta e paritária? Ora, todos votam, e estudantes, professores e funcionários têm o mesmo peso. Isso significa que um pós-doutor em física, química, biologia, matemática ou literatura vai interferir nos destinos da universidade tanto quanto a dona Maricota que serve o cafezinho ou um desses analfabetos xexelentos que vão à UnB fumar maconha. A universidade deixa de ser um centro de excelência intelectual e de pesquisa para atender a reivindicações de caráter sindical. NÃO HÁ UMA SÓ UNIVERSIDADE SÉRIA NO MUNDO QUE ESCOLHA O REITOR POR ESSE MÉTODO.

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Aos estudantes e professores livres da UnB

Por Reinaldo Azevedo

A Universidade de Brasília, a quase lendária UnB, que já chegou a figurar entre as mais importantes do país, está nas últimas. Trata-se de um verdadeiro monumento ao modo petista de fazer educação. Aos poucos, foi deixando de ser um centro de excelência para se transformar num emblema até folclórico da baixa qualidade do ensino, do atraso ideológico, da vigarice acadêmica, de tudo o que de pior pode produzir o esquerdismo mais rombudo, mais estúpido, mais atrasado. Se fumar maconha, por exemplo, fosse exercício de liberdade de expressão, a UnB já teria fundando o novo Iluminismo, com o Voltaire da bagana, o Diderot do baseado, o Rousseau da marijuana, o Montesquieu do beck. Antes de Celso de Mello tirar o Artigo 287 do Código Penal, alguns estudantes da UnB já tinham tirado a roupa porque é uma gente sem receio de recorrer a argumentos fortes, elaborados, frutos da mais severa disciplina. Mas tirar a roupa para calar a divergência – e é claro que estamos falando de uma MINORIA QUE FAZ A MAIORIA REFÉM – não é, evidentemente, o que os extremistas fazem de pior. Leiam o trecho que segue em azul. Volto depois.

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UnB – Madraçal no Planalto

 

Reportagem publicada na revisa Veja, edição de 4 de julho de 2011.

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Um dos símbolos da luta pela democracia durante o regime militar, a Universidade de Brasília tornou-se reduto da intolerância esquerdista

Gustavo Ribeiro
ESPELHO - Em 1968, militares invadem a UnB. Em 2011, professores reclamam de controle ideológicoESPELHO – Em 1968, militares invadem a UnB. Em 2011, professores reclamam de controle ideológico
(Fotos Monique Renne/CB/D A Press e AE)
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A doença da educação brasileira é ideológica. E seu nome é “petismo”

Por Reinaldo Azevedo

No post das 16h13, há um retrato do ensino no Brasil, revelado pela Prova ABC. É uma vergonha! Digam o que disserem, acreditem: não chegamos a isso por falta de verba. Dada a realidade do país, o Brasil gasta bastante com a educação. Não dispomos é de mecanismos eficazes para avaliar a qualidade do trabalho feito nas escolas e intervir para corrigir as deficiências.

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