Legitimação do vandalismo nas universidades
No post anterior, comentei que o esquerdismo da escola brasileira pode ser um dos fatores responsáveis pelo vandalismo a que estamos assistindo – na verdade, trata-se de terrorismo mesmo, ainda que, até o momento, sem mortes, como notou Flávio Morgenstern. Mas não é apenas no ensino médio que os alunos aprendem que a luta insurrecional e as barbaridades cometidas por “movimentos sociais” como o MST são justificáveis, pois o mesmo se dá nas nossas universidades!

É lícito ao professor, a pretexto de “despertar a consciência crítica dos alunos” – ou de “formar cidadãos”, “construir uma sociedade mais justa”, “salvar o planeta”, etc. –, usar a situação de aprendizado, a audiência cativa dos alunos e o recinto fechado da sala de aula para tentar obter a adesão dos estudantes a uma determinada corrente ou agenda política ou ideológica?