Mensagem enviada por Vanderson da Silva, em 12.12.2015
Em Florianópolis, onde meu filho frequentou a sétima série em 2012, na mesma escola municipal que teve problemas com a família da criadora do Diário de Classe, convidaram os alunos (meu filho recusou participar) a trocarem os gêneros das vestimentas, entrar em todas as turmas (crianças de 7 anos indo para casa assustadas com o choque da cena), enquanto uma professora de ciências (não deveria ela ensinar sobre fórmulas, reações químicas do que agir como militante da consciência social?) explicava sobre transfobia, lesbofobia, e expuseram no álbum da escola dezenas de fotos.
