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UFMG - Cabo eleitoral em sala de aula: professora transforma cátedra em palanque

Foi-se o tempo em que a doutrinação e a propaganda político-partidária e ideológica em sala de aula se limitavam ao campo das ciências sociais: sociologia, história, geografia, antropologia, direito, etc. Atualmente, não há ramo do conhecimento ou disciplina que esteja imune à ação devastadora do professor-militante.

No texto abaixo – publicado na seção de artigos do site do PT (www.pt.org.br), em 26.10.2006, e enviado ao EscolasemPartido.org por uma colaboradora –, a Doutora Tatiana Mourão, professora-adjunta da Faculdade de Medicina da UFMG, presta contas ao Partido de sua militância em sala de aula a favor do candidato do PT à Presidência da República.

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O vestibular criminoso da Universidade de Brasília frauda a Constituição e até a música de Caetano Veloso

Por Reinaldo Azevedo

A Universidade de Brasília, como já escrevi aqui, é a morada do aiatolá Marcos Bagno, aquele professor que já fez fama — e, calculo aqui, fortuna razoável — com suas fabulações sobre o preconceito lingüístico. Trata-se de uma tese intelectualmente vigarista porque mistura dois domínios: os estudos de lingüística, que têm valor descritivo, não normativo, e os de gramática. Bagno inventou a existência de um preconceito para, então, combatê-lo, como se as nossas escolas fossem verdadeiros centros de tortura da linguagem popular. Não! O nosso problema é bem outro: falta de estrutura e de capacitação intelectual para ensinar a norma culta aos alunos, o que não implicaria desrespeitar, obviamente, as várias “falas” que há no país. A questão é falsa. Os exploradores da boa-fé e da miséria alheias, no entanto, são verdadeiros.

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UnB - O pensamento profundo de um reitor perturbado

Por Reinaldo Azevedo

José Geraldo, este impressionante reitor da UnB, assina uma espécie de artigo no site da universidade, em que fala dos descalabros relatados por VEJA. Ele os nega, claro!, e falseia a verdade ao afirmar que não foi ouvido. Foi! E se limitou a dizer que tudo não passava da reclamação de professores contrariados…

No texto, ele se refere, por exemplo, à agressão de que foi vítima a procuradora de Justiça Roberta Kaufmann. Ela, que é contrária ao sistema, foi à universidade para debater cotas. Debate, vocês sabem, se faz entre pessoas que divergem. Não na UnB. Foi impedida de falar. Quem liderou a gritaria foram professores. Ficou sitiada no prédio durante um tempo. Seu carro foi pichado: “Loira filha da puta”. José Geraldo achou a coisa injusta? Assim ele se refere ao caso:

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Quadro com resultados da pesquisa CNT/Sensus sobre doutrinação ideológica nas escolas

http://www.escolasempartido.org/images/quadroveja.jpg

 

 

 

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