UNE: organização-pelego, de Getúlio a Lula

Por Félix Maier

Revendo a história da UNE, comprova-se que a entidade estudantil nasceu como um pequeno pelego da ditadura varguista, para se transformar, durante a Guerra Fria, num importante onagro a serviço do Movimento Comunista Internacional (MCI), dirigido por Josef Stalin. Hoje, o órgão de fachada estudantil não passa de uma falange totalitária a serviço do governo Lula, que, em retribuição ao apoio prestado, distribui verba milionária aos fantoches estudantis.

A União Nacional dos Estudantes (UNE), tropa de choque do governo Lula, é co-irmã de outras falanges totalitárias atuantes no Brasil, como o MST e a CUT. Com modus operandi semelhante aos “balilas” e “filhos da loba” de Mussolini, e das SS de Hitler, todos esses onagros vermelhos prosperam com farto dinheiro público, seja por meio da bilionária verba do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), seja por desvios de verbas de estatais, como os Correios e a Petrobrás, ou do próprio erário. Por isso, não deveria causar nenhuma estranheza quando as três bocarras desse cérbero socialista grunhiram na Esplanada dos Ministérios, em 2005, para um “protesto a favor” do principal responsável pela rapinagem do mensalão: o presidente Lula.

Para conhecer melhor a UNE e, desta forma, colaborar com a Memória do Movimento Estudantil, nada melhor do que acompanhar a trajetória deste onagro vermelho.

Durante o 2º Congresso Nacional de Estudantes, realizado em 1938, foi feita a proposta de criação da UNE, que teve sua 1ª Diretoria eleita em 1939.

Inicialmente, a UNE era apolítica. Entre 1940 e 1943, mobilizou a opinião pública e o Governo para participar da II Guerra Mundial contra o nazifascismo. Era tutelada pela ditadura Vargas e funcionava em uma sala do Ministério da Educação.

A partir de 1943, começa a insurreição, com comunistas e democratas lutando contra a ditadura getulista. A partir de 1959, aprofunda-se a marxização da UNE; nos anos 60, as organizações que dividiam as massas operárias, além da UNE, eram a JUC, o PC (que atuava através de seus diretórios estudantis), a Política Operária (POLOP) e a Quarta Internacional. Eram todos de esquerda, com dosagens diversas de ideologia marxista. O Partido de Representação Acadêmica (PRA), criado na Faculdade de Direito da USP, era considerado de Direita.

Também nos anos 60, dá-se o encontro ideológico, reunindo a JUC, a Esquerda Católica e o Esquerdismo marxista. A Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi) desempenhou papel importante na agitação estudantil e no processo de marxização da Universidade. “Onde o professor é de tempo parcial, como na maioria da América Latina, a tendência dos estudantes é dar mais atenção a preocupações não acadêmicas, inclusive políticas”. (Seymor Martins Lipset, University Students and Politics in Underdeveloped Countries, in “Minerva”, Vol. III, nº 1, 1964, pg. 38-39).

As “Libélulas da USP”

A USP foi fundada em 1934, no governo Armando Sales de Oliveira, e nesta, a Faculdade de Filosofia e Letras, que se tornaria, com Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e Octávio Ianni numa das matrizes de difusão do Marxismo. Nos anos 60, atuava na USP a Libelu (Tendência Liberdade e Luta), grupo estudantil-lambertista (Pierre Lambert foi um dos ideólogos da IV Internacional – Trotskista). O ex-ministro da Fazenda do governo Lula, Antônio Palocci, foi um de seus integrantes.

As “libélulas da USP” passaram a formar a intelectualidade marxista existente principalmente na Faculdade de Filosofia e Letras da USP, onde hoje há o maior número de PhD em “lingüística de pau” (http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/12/341135.shtml) por metro quadrado no país: Emir Sader, Marilena Chauí, Maria Aparecida de Aquino, Leandro Konder, Paul Singer etc. O costumeiro embuste das “libélulas” pôde ser visto no seminário “O silêncio dos intelectuais”, que teve à testa a petista Madame Chauí com seu costumeiro chuaaá de bobagens marxistas em defesa do indefensável: a república dos bandidos que se instalou no Brasil.

Além dessas “libélulas” ainda atuantes na USP, podemos citar FHC, que alçou vôo extra muros, tornou-se presidente e pediu para que todos esquecessem o que escreveu quando era filiado à Ordem dos Odonatos. Atualmente, FHCannabis passa boa parte de seu tempo defendendo a descriminalização da maconha. Andará tragando alguma erva?

No dia 28 de março de 1964, os Diretórios Acadêmicos das Faculdades Nacionais de Direito (CACO) e da Filosofia, da Universidade do Brasil, mais o de Sociologia da PUC, lançaram manifesto de apoio aos marinheiros e fuzileiros em greve na sede do Sindicato dos Metalúrgicos.

No dia 31 de março do mesmo ano, membros da UNE exigiram de Jango armas para a resistência contra o levante de Minas, mas tiveram que se contentar com “manifestações antigolpistas” na Cinelândia. Com a depredação da sede da UNE, o seu presidente, “apista” (http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=35800&cat=Artigos&vinda=S ) José Serra, empossado em 1963, pediu asilo à Embaixada do Chile. “Terminava, assim, o ciclo de agitação estudantil, que depois iria se desdobrar em trágicas conseqüências, no terrorismo e na ilegalidade” (José Arthur Rios, in Raízes do Marxismo Universitário). O mesmo Arthur Rios é autor de famosa frase: “Pais positivistas, filhos comunistas, netos terroristas”. Nada mais exato.

Na “campanha nacional de alfabetização”, no Governo Goulart, a UNE recebeu 5.000 dólares de Moscou – uma prova material do “ouro de Moscou” -, por intermédio da União Internacional dos Estudantes (UIE), com sede na Tchecoslováquia, um dos mais famosos onagros comunistas daquela época.

1968 – O quente “ano de dinamite”

Inicialmente, convém lembrar que na década de 1960 vivíamos um período crítico da Guerra Fria, com muitos movimentos guerrilheiros marxistas sendo instalados em vários países da América Latina. Em 1967, a Tricontinental, em Cuba, com a presença de Carlos Marighela e do Senador Salvador Allende, entre outros, havia criado a Organización Latinoamericana de Solidariedad (OLAS), cujo objetivo era “criar um Vietnã em cada país sul-americano”, no dizer do ditador Fidel Castro. Che Guevara havia tentado levar essa revolução “foquista” para a Bolívia, onde foi morto no dia 8 de outubro de 1967. Não é por acaso que depois da criação da OLAS se intensificaram os atos terroristas no Brasil, especialmente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

A partir de 1968, surgiram a ALN de Marighela, de João Alberto Capiberibe (ex-Governador do Amapá) e do Ministro da Justiça de FHC, Aloysio Nunes “Ronald Biggs” Ferreira, a VPR de Lamarca e do ex-Presidente da Petrobrás, Henri Reischtul, o MR-8 de Gabeira e Carlos Minc, a VAR-Palmares de Bete Mendes e Dilma Roussef, e a AP de Betinho e José Serra. Em 1969, a VAR-Palmares participou do roubo de um cofre em Santa Tereza, Rio, que pertenceria ao ex-Governador Adhemar de Barros, quando foram levados 2,5 milhões de dólares, sendo 1 milhão desviado para o Governo da Argélia onde atuava Miguel Arraes junto à Frente Brasileira de Informações (Cfr. http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=8479&cat=Ensaios).

O farol que iluminava todos aqueles atos terroristas era sempre Cuba, que oferecia cursos de guerrilha em Pinar del Río e que bem antes do contragolpe de 31 de março de 1964 já oferecia ensino guerrilheiro às Ligas Camponesas. Por isso, deve ser dito com todas as letras que tais movimentos não visavam libertar o Brasil da ditadura militar, como proferem as esquerdas hoje em dia, mas levar o Brasil à ditadura do proletariado, à ditadura comunista. Fosse o Brasil governado por militar ou civil, os atos terroristas teriam ocorrido de qualquer forma, considerando que um governo civil não estivesse compactuado com os comunistas, como ocorria durante o Governo de Jango.

Em 1968, havia uma ânsia incontida de muitos políticos em assumir as principais funções públicas do país, sonho retardado desde o já bastante longínquo 31 de março de 1964 – uma eternidade para os políticos mais ambiciosos, especialmente os que desejavam assumir a Presidência da República, como Juscelino, Jango, Brizola e Lacerda. Por isso, havia no Congresso um descontentamento geral, tanto entre os parlamentares “imaturos” da oposição, do PMB, quanto entre os políticos da Arena, que mais atrapalhavam o Governo do que ajudavam. “Abrir o nó” que apertava as instituições democráticas, naquele momento, era uma temeridade, pois o país poderia voltar aos anos de anarquia que antecederam o 31 de março de 1964.

Pode-se provar, com uma longa lista de eventos ocorridos em 1968 (http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=667&cat=Ensaios), que o fechamento do Congresso foi devido a algo muito mais grave do que um discurso “pinga-fogo” feito intempestivamente pelo deputado federal Márcio Moreira Alves, o “Marcito”, por mais que os detratores do governo militar queiram afirmar o contrário.

Revolução Estudantil – de Paris ao Rio

Nesse mesmo ano de 1968, houve um crescendo na agitação estudantil de todo o país, fruto da “Revolução Cultural” implementada na China por Mao Tsé-Tung, com os famigerados livros vermelhos, que atingiu também Paris, quase derrubando o Governo Charles de Gaulle, e pela OLAS de Cuba, prometendo “um Vietnã em cada país latino-americano”. Em Paris, os estudantes eram influenciados pelas idéias neomarxistas de Marcuse e pelo líder estudantil Daniel Cohn Bendit, além de movimentos mundiais contra a Guerra do Vietnã, contestada principalmente pelos negros americanos.

Muitos estudantes, brasileiros ou não, queriam ser os “novos guevaras”, após o “martírio” de Che na Bolívia, em 1967. A agitação estudantil era insuflada principalmente pela UNE, pela Ação Popular (AP), pela Dissidência da Guanabara (DI/GB), pelo Comando de Libertação Nacional (COLINA), pelo Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e pela Ala Marighela (posterior Ação Libertadora Nacional – ALN). Os principais líderes estudantis eram Vladimir Palmeira e Franklin Martins, da DI/GB, e José Dirceu, da ALN, antes de pertencer aos quadros do Movimento de Libertação Popular (Molipo), criado pelo chefe do serviço secreto de Cuba, Manuel Piñero, o “Barbaroja”.

Convém lembrar que a AP promoveu o bárbaro atentado terrorista no Aeroporto de Guararapes, em 1966, quando morreram um almirante e um jornalista, e cerca de 15 pessoas ficaram feridas, algumas mutiladas para o resto da vida. O mentor intelectual do ato terrorista foi o ex-padre Alípio de Freitas, o qual recebeu posteriormente indenização de mais de R$ 1 milhão (Cfr. http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2269&Itemid=34).

No dia 28 de março de 1968 foi morto no Rio o estudante Edson Luís de Lima Souto, em um choque de estudantes contra a polícia. Havia sido criado um mártir para as esquerdas. Durante seu enterro, foi depredado um carro da Embaixada americana e incendiado um carro da Aeronáutica.

No dia 31 de março, uma passeata de estudantes contra a Revolução deixou 1 pessoa morta e dezenas de policiais da PM feridos no Rio.

No dia 19 de junho, liderados por Vladimir Palmeira, presidente da UNE, 800 estudantes tentaram tomar o prédio do MEC no Rio, ocasião em que 3 veículos do Exército foram incendiados.

No dia 21 de junho, no Rio, 10.000 estudantes incendiaram carros, saquearam lojas, atacaram a tiros a Embaixada Americana e as tropas da PM, resultando 10 mortos, incluindo o sargento da PM, Nélson de Barros, e centenas de feridos.

No dia 22 de junho, estudantes tentaram tomar a Universidade de Brasília (UnB).

No dia 24 de junho, estudantes depredaram a Farmácia do Exército, o CityBank e a sede do jornal O Estado de S. Paulo.

No dia 26 de junho ocorreu a “passeata dos 100 mil”, no Rio, e o assassinato do soldado Kozel, em São Paulo.

No dia 3 de julho, estudantes portando armas invadiram a USP, ameaçando colocar bombas e prender generais.

No dia 4 de julho, a “passeata dos 50 mil” tinha como principal bordão “só o povo armado derruba a ditadura”. No dia 29 de agosto, houve agitação no interior da UnB, ocasião em que foi preso o militante da AP, Honestino Guimarães, presidente da Federação de Estudantes Universitários de Brasília (FEUB). O deputado Mário Covas lhe deu solidariedade. Honestino, depois do episódio, passou a ser um “desaparecido político”, até hoje não se sabe que destino teve.

No dia 3 de outubro, choques entre estudantes da USP e do Mackenzie ocasionaram a morte de um deles, baleado na cabeça.

No dia 12 de outubro realizou-se o XXX Congresso da UNE, em Ibiúna, SP. A polícia prendeu os participantes, entre os quais Vladimir Palmeira, José Dirceu e Franklin Martins. No “Woodstock” tapuia de Ibiúna foram encontradas drogas, bebidas alcoólicas e uma infinidade de preservativos usados. Havia uma “escala de serviço” de moças para atendimento sexual. Os líderes estudantis, em acordo com Marighela e com o Governo de Cuba, haviam chegado à conclusão de que o estopim para a luta armada viria de uma prisão em massa de estudantes, envolvendo comunistas e inocentes úteis, e jogaria essa massa nos braços da luta armada. Posteriormente, José Dirceu, antigo Rasputin do governo Lula, foi solto, junto com outros terroristas, em troca da vida do embaixador americano Charles Elbrick, seqüestrado em 1969 por Fernando Gabeira, Franklin Martins e outras estrelas do atual cenário pútrido nacional.

No dia 15 de outubro, estudantes tentaram tomar o prédio da UNE, queimando carros oficiais. Fernando Gabeira participou do ato terrorista.

O “Partido da Carteirinha do Brasil”

Nos últimos anos, o Partido Comunista do Brasil (PC do B), em rodízio com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), tornou-se um dos “donos” da UNE. Durante muito tempo, os falsos estudantes da organização fizeram uma festa imensa, com direito a diárias e serviços de hotelaria no Brasil e no exterior, por conta do sacrossanto e exclusivo direito de emitir carteiras estudantis, em média ao preço de R$ 15,00. Foi uma farra e tanto, até o Governo FHC desmamar o guloso bezerro mamão. Por conta daquela boquinha, o Partido do finado João Amazonas era conhecido como o “Partido da Carteirinha do Brasil”…

Porém, neste governo Lula, a orgia pecuniária dos falsos “caras-pintadas” continua, agora com vultoso dinheiro público. “Sabemos que a UNE é uma entidade composta em sua grande maioria de universitários que se beneficiam do “paga-meia” (carteirinha que dá descontos aos estudantes universitários em estabelecimentos comerciais) e não se identificam com a ideologia que esta entidade carrega. Uma entidade estudantil deveria preocupar-se com a vida universitária, a qualidade de ensino no país e um posicionamento não ideológico e apartidário em defesa dos estudantes, mas o que ocorre é que a UNE é entidade comunistóide, herdeira de uma ideologia falida e sanguinária e um símbolo de inoperância prática em defesa de sua classe. Logicamente a liderança da UNE está querendo manter seu caixa, pois já recebeu, somente neste ano de 2005, mais de 1 milhão de reais do governo Lula. Com esta mamata em jogo, a UNE sai em defesa de uma fonte de renda formidável e, independente da culpabilidade do presidente, defendem sua permanência no poder. Eles não estão querendo fazer uma canja com a galinha que bota ovos de ouro. Isto prova que a UNE não tem nenhum interesse em defender estudantes e a qualidade do ensino universitário no Brasil, juntamente com alguns outros movimentos anti-democráticos e pró-comunistas como o MST, tanto que defendem o vergonhoso financiamento público de campanha, onde o povo pagará as campanhas dos candidatos nas eleições” (Edison Evaristo Vieira Junior, em 21/08/2005).

No dia 6 de agosto de 2005, um Boeing 707 da Força Aérea Brasileira (FAB) levou 140 estudantes brasileiros, de São Paulo para Caracas, capital da Venezuela, para participar do 16º Festival Mundial da Juventude. Se não fosse a ajuda do corrupto governo Lula, que mistura o bem público e o privado com a maior desenvoltura, os “caras-pintadas-de-pau” seriam obrigados a desembolsar algo em torno de R$ 318.700,00 (R$ 2.276,43 por cabeça) para viajar em um avião comercial.

O Comando da Aeronáutica não notou nenhum problema em ceder o avião, argumentando que os estudantes viajaram num cargueiro do Correio Aéreo. E daí? A safadeza seria a mesma se os “caras-sujas” brasileiros tivessem viajado no Air Force Fifty One, vulgo “Aerolula”. Desde 2004, pelo menos uma viagem mensal é realizada pelo Correio Aéreo às capitais sul-americanas.

Um questionamento grave se coloca, face às conhecidas maquinações do governo petista: a FAB não estaria sendo inocentemente colocada a serviço do Foro de São Paulo, organização socialista que visa a criação de uma União Soviética local, a União das Repúblicas Socialistas da América Latina (URSAL)? (Qualquer semelhança entre a URSAL e a recém-criada Unasul não é uma simples coincidência.) Sabe-se que as FARC são sócias do PT neste sonho das esquerdas, de “recuperar na América Latina tudo o que o socialismo perdeu no Leste europeu”, segundo as palavras de Fidel Castro, sócio do PT na criação do mais recente onagro vermelho. Convém lembrar que durante o governo do comunista Salvador Allende, a LAN Chile era utilizada para transportar armas e drogas de Cuba para Santiago, sem passar pela vigilância da alfândega. A FAB não poderia passar a exercer trabalho semelhante, junto aos narcoterroristas da Colômbia? Acusações já foram feitas pelo deputado federal Alberto Fraga, do Distrito Federal, de que as FARC teriam remetido US$ 5 milhões para a campanha presidencial de Lula, em 2002.

No dia 1º de setembro de 2005, Gustavo Peta foi reeleito presidente da UNE. Compareceram à solenidade de posse todas as falanges do governo Lula, como a CUT, o MST, a Contag, a Conan, além de parlamentares de vários partidos e figuras ilustres do “valerioduto”, como José Dirceu, que recusou o convite para compor a mesa. O apoio que o senador Arthur Virgílio deu ao onagro socialista, comparecendo e discursando no evento, comprova que o PT e o partido de FHC são autênticos irmãos siameses: “Não tenho a menor dificuldade em estar aqui. Tem uma aliança dentro da UNE entre a juventude do PSDB e o PC do B”, garantiu o senador eleito por Amazonas.

De 2004 até meados de 2009, a UNE recebeu R$ 10 milhões da União. Desses recursos, R$ 7 milhões foram repassados somente nos últimos dois anos. Nada mal para quem recebeu R$ 1 milhão durante os 8 anos do governo FHC. Pelo menos 9 acordos firmados com o Ministério da Cultura, no valor de R$ 2,9 milhões, estão em situação irregular. O atual chefete do onagro vermelho, Augusto Chagas, ligado ao Partido da Carteirinha, prometeu devolver o dinheiro, só não se sabe como, já que tudo foi torrado em festanças como o 51º Congresso Nacional de UNE, que contou com a presença de Lula, e projetos fajutos, como o Sempre Jovem e o Sexagenária, que tinham como meta produzir 10.000 livros e um documentário sobre a história estudantil secundarista. A única produção feita pela UNE até agora foi sumir com o dinheiro público. Vale acrescentar que o onagro recebeu o apoio de sete ministérios, da Caixa, dos Correios e da Petrobrás, para as festividades de seu Congresso Nacional. “O presidente Lula é o primeiro a participar de um congresso da UNE em 71 anos de história”, destacou a então presidente da entidade, Lucia Stumpf, também ligada ao Partido da Carteirinha. Na ocasião, Lula foi ovacionado com o bordão “Lula, guerreiro, do povo brasileiro”…

O 51º Congresso Nacional da UNE, realizado no período de 15 a 19 de julho de 2009, reuniu cerca de 10.000 alunos e notabilizou-se pela sujeira e promiscuidade de seus integrantes que ficaram hospedados nos 10 centros de ensino público da Capital Federal. No Centro de Ensino Fundamental 01, do Lago Norte, os porcalhões universitários tomavam banho na horta comunitária da escola e ainda defecavam em cima das plantações. Na mesma escola, muitos, completamente nus, tomavam banho no pátio, constrangendo funcionários e vizinhos. Na Escola Classe do Varjão, a exemplo dos terroristas do MST, os baderneiros da UNE destruíram todas as plantas do projeto Ciência em Foco. Em todas as escolas onde os porcos da UNE se hospedaram, foram encontradas garrafas de bebidas alcoólicas, preservativos, drogas e lixo, muito lixo.

Revendo a história da UNE, comprova-se que a entidade estudantil nasceu como um pequeno pelego da ditadura varguista, para se transformar, durante a Guerra Fria, num importante onagro a serviço do Movimento Comunista Internacional (MCI), dirigido por Josef Stalin. Hoje, o órgão de fachada estudantil não passa de uma falange totalitária a serviço do governo Lula, que, em retribuição ao apoio prestado, distribui verba milionária aos fantoches estudantis. O onagro vermelho não conseguiu livrar-se da pele de urso que veste, embora se apresente aos incautos com uma alva e cândida pele de ovelha. Os governos militares agiram corretamente em lançar no ostracismo essa entidade parasita que sangra os cofres públicos em nome de uma ideologia já enterrada em muitas partes do mundo.

Félix Maier – Grupo Terrorismo Nunca Mais

 


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