Mídia

Lavagem cerebral "do bem", em escola do DF

Reportagem publicada no Correio Braziliense, em 09.10.2016, sob o título "Professora usa até fantasias para discutir questão de gênero com alunos".

Comentário do ESP: É evidente que os alunos não estão "discutindo" coisa nenhuma; estão engolindo pelos ouvidos e pelos olhos o discurso da professora. Crianças de 9 anos não têm condições de assimilar criticamente o conteúdo transmitido por essa professora. No fim das contas, elas estão apenas sendo vítimas de doutrinação. 

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Entrevista do coordenador do ESP à revista Época (02.08.2016)

Escola Sem Partido - Miguel Nagib (Foto: Divulgação/Época)

BEATRIZ MORRONE (TEXTO) E MARCELO MOURA (EDIÇÃO)

Para Miguel Nagib, advogado e fundador do Escola Sem Partido, o programa apenas reafirma princípios constitucionais

Em meio a polêmicas, Projetos de Lei inspirados no programa Escola Sem Partido tramitam no Congresso Nacional. Seu objetivo é estabelecer uma nova regulamentação para a atividade profissional de professores, proibindo o que chama de doutrinação nas escolas do Brasil. Uma das propostas, que em meados de julho entrou em consulta pública no site do Senado Federal, já recebeu mais de 360 mil votos: cerca de 180 mil contra e 170 mil a favor.

“Professores abusam da presença obrigatória dos alunos em sala de aula para promover suas próprias preferências políticas, ideológicas e partidárias”, afirma Miguel Nagib, advogado e fundador do Escola Sem Partido. “Em sala de aula, professores têm liberdade de ensinar, mas não têm liberdade de expressão.”

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Reportagem da BBC Brasil sobre "bullying político" ignora mais de três décadas de politização, hegemonia e doutrinação esquerdista nas escolas brasileiras

Resultado de imagem para bbc brasilLeia AQUI a reportagem da BBC, e a seguir a íntegra da entrevista concedida por Miguel Nagib, presidente da Associação Escola sem Partido, à repórter Ingrid Fagundez.

*  *  *

-  Que tipo de doutrinação, favorável a que ideologia política, o movimento acha que está ocorrendo nas escolas hoje?  Por quê?

Segundo pesquisa realizada em 2008 pelo Instituto Sensus, 80% dos professores brasileiros, do ensino fundamental e médio (escolas públicas e particulares), reconhecem que seu discurso em sala de aula é “politicamente engajado”, ou seja, é um discurso que “tem lado”, que converge para determinada faixa do espectro ideológico. São professores que se aproveitam da audiência cativa dos alunos para promover suas próprias concepções e preferências ideológicas, políticas e partidárias.

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