Mídia

Escola Sem Partido vai à Justiça contra exigência de redação do Enem

Reportagem da Gazeta do Povo, publicada em 17 de julho de 2017. Para ler a petição inicial da ação civil pública, clique AQUI.

A Associação Escola Sem Partido, liderada pelo advogado Miguel Nagib, quer retirar uma das exigências da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). 

O critério questionado diz que será anulada a redação que “desrespeite os direitos humanos”. Mas, para os responsáveis pela Escola Sem Partido, ele é subjetivo e injusto, já que a legislação sobre direitos humanos não está entre os temas cobrados dos candidatos. 

“O próprio INEP desrespeita os direitos humanos propriamente ditos, uma vez que as liberdades de pensamento e opinião, além de garantidas pela Constituição Federal, estão previstas na Declaração Universal dos Direitos Humanos”, diz a ação, que está em andamento no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. 

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Lavagem cerebral "do bem", em escola do DF

Reportagem publicada no Correio Braziliense, em 09.10.2016, sob o título "Professora usa até fantasias para discutir questão de gênero com alunos".

Comentário do ESP: É evidente que os alunos não estão "discutindo" coisa nenhuma; estão engolindo pelos ouvidos e pelos olhos o discurso da professora. Crianças de 9 anos não têm condições de assimilar criticamente o conteúdo transmitido por essa professora. No fim das contas, elas estão apenas sendo vítimas de doutrinação. 

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Entrevista do coordenador do ESP à revista Época (02.08.2016)

Escola Sem Partido - Miguel Nagib (Foto: Divulgação/Época)

BEATRIZ MORRONE (TEXTO) E MARCELO MOURA (EDIÇÃO)

Para Miguel Nagib, advogado e fundador do Escola Sem Partido, o programa apenas reafirma princípios constitucionais

Em meio a polêmicas, Projetos de Lei inspirados no programa Escola Sem Partido tramitam no Congresso Nacional. Seu objetivo é estabelecer uma nova regulamentação para a atividade profissional de professores, proibindo o que chama de doutrinação nas escolas do Brasil. Uma das propostas, que em meados de julho entrou em consulta pública no site do Senado Federal, já recebeu mais de 360 mil votos: cerca de 180 mil contra e 170 mil a favor.

“Professores abusam da presença obrigatória dos alunos em sala de aula para promover suas próprias preferências políticas, ideológicas e partidárias”, afirma Miguel Nagib, advogado e fundador do Escola Sem Partido. “Em sala de aula, professores têm liberdade de ensinar, mas não têm liberdade de expressão.”

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