Livros Didáticos

Não é fácil saber o que acontece dentro de uma sala de aula. A doutrinação, em geral, não deixa rastro, a não ser na cabeça dos alunos. Por isso, é importante conhecer o conteúdo dos livros didáticos, pois eles constituem um forte indício do enfoque adotado pelos professores em suas aulas.

Com esse objetivo, divulgaremos neste espaço resenhas, análises críticas e reportagens sobre o viés ideológico e moral dos livros didáticos e paradidáticos do ensino fundamental e do ensino médio.


Lula é herói da economia em livros indicados pelo MEC

Reportagem da Gazeta do Povo, publicada em 25.03.2016.

Trechos de obras usadas no terceiro ano do Ensino Médio em escolas públicas favorecem a imagem de Lula quando o assunto é política econômica

 | Benett/Ilustração: Gazeta do Povo

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É ético usar a sala de aula pra "fazer a cabeça" dos nossos alunos?

Por Fernando Schüler*

As aulas voltaram, por essas semanas, e decidi tirar a limpo uma velha questão: há ou não doutrinação ideológica em nossos livros didáticos? Pra responder à pergunta, fui direto na fonte: analisei alguns dos livros de história e sociologia mais adotados no país. Pesquisei nas editoras, encontrei uma livraria que dispunha de todos os exemplares e pus mãos à obra. Já li muita coisa na vida, mas não foram fáceis as horas que passei tentando entender o que se dizia em todos aqueles livros. No fim, acho que entendi.

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O $uce$$o da doutrinação

Reportagem de Nelito Fernandes, publicada na revista Época, em 5 de outubro de 2007, sob o título "O mistério do professor Schimidt".

O autor do polêmico livro de História que vendeu 10 milhões de cópias sumiu. Ele foi barrado pelo Ministério da Educação por não mostrar diploma

Mario Furley Schmidt é o autor que mais vende livros de História no país. Com 10 milhões de exemplares, sua coleção Nova História Crítica foi lida por cerca de 30 milhões de estudantes. No Brasil, Schmidt vendeu cinco vezes mais que O Alquimista, de Paulo Coelho, e quatro vezes mais que O Código Da Vinci, de Dan Brown. Apesar dos números, a formação acadêmica do escritor é um mistério comparável ao Santo Graal. Schmidt, que está com 45 anos, não conseguiu comprovar no Ministério da Educação que tem curso superior em História ou em qualquer outra área. A falta de diploma não deveria tirar o sono de um professor que é descrito como brilhante por vários ex-alunos. Mas tirou. Isso porque, até este ano, o MEC não exigia formação superior de autores interessados em participar do Programa Nacional de Livro Didático, que compra livros para o ensino médio. Para 2008, a regra mudou. Schmidt entrou na Justiça e conseguiu uma liminar para participar da concorrência sem diploma. Mas a liminar foi cassada e ele está fora do programa. Ou seja, a história de sucesso de seu livro pode estar com os dias contados.

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Enfim, o tema musical da educação brasileira



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