Doutrinação em escola particular de Cuiabá-MT

Denúncia anônima recebida pelo Twitter.

Fui aluno de uma grande escola particular de Cuiabá-MT de 1999-2001. A escola tinha uma agenda completamente esquerdista. Alguns professores diziam que se não lêssemos as revistas Carta Capital ou Caros Amigos, não passaríamos no vestibular. Tinha professor que visitava movimento sem-terra e passava a aula toda contando da fabulosa experiência. Muitas palestras de sexta a noite, eram de jornalistas dessas revistas, e éramos orientados a ir para nos atualizarmos. Diziam que se a ALCA chegasse ao Brasil , nossos pais perderiam os seus empregos. Toda uma geração foi influenciada. Pessoalmente, só vim abrir os olhos no governo Dilma, após as manifestações do “passe-livre”. Resumindo, dizer que não havia ou há doutrinação é mentira.

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  1. Comentários a um artigo, sobre educação e, publicado na Folha de São Paulo de 27/11/18:
    “Afinal, o modelo vigente é tão “extraordinário” que faz com que o Brasil lidere – de trás pra frente – os rankings de avaliação do ensino no mundo, que tenhamos altos índices de abandono escolar e de jovens em séries desproporcionais a sua idade. Uma mudança radical neste curso idiotizante precisa ser implantada.

    As esquerdas fazem pose de bonzinhos e de vítimas, mas a radicalização vinha se agravando, parindo o famigerado kit gay e enfurecendo pais, pastores, padres e outros educadores. A cada reação ocorre reação em sentido contrário, e assim, a origem dessa radicalização de Direita, que se generaliza, é a própria ação cultural da esquerda há muitos anos, que não faz autocrítica e culpa sempre os outros.

    A esquerda tentando relativizar seus crimes. Não existe diálogo em muitos ambientes escolares, mas doutrinação simples. Como resultado temos a disparada de gravidez precoce (20% de partos de adolescentes) no Brasil, acompanhando de modo extremamente paralelo a ascensão do marxismo cultural no País e suas pregações em sala de aula, de sexualização precoce, banalização do ato sexual e glamorização do uso de drogas. Isso são fatos reais e comprováveis e não serão acobertados com blá-blá-blá.

    Como a Sra afirma que existe diálogo nas nossas escolas? Eu as conheço e afirmo que não. Ademais, a disparada de gravidez precoce acompanha de modo extremamente paralelo a ascensão do marxismo cultural no Brasil e suas pregações, em sala de aula, de sexualização precoce, banalização do ato sexual e glamorização do uso de drogas. Você está invertendo fatos reais e comprováveis.

    De um lado, País e parlamentares tentando impedir doutrinadores esquerdistas ensinar o que aprenderam sob a cartilha comunista. De outro, parlamentares e doutrinadores querendo conservar os alunos com suas presas.

    Com relação ao colégio Dom Pedro II, numa exposição esquerdista, país foram coagidos por militantes terroristas. Vá no YouTube e vejam as imagens. Não é escola sem partido. É escola sem doutrina esquerdista.

    Ser representada por instituições como estas explica a decadência da educação brasileira. Sindicatos e fanáticos ideológicos tentando barrar a limpeza da sujeira deixada pelo PT e sua gangue.

    Eu sou a favor da escola sem partido, sem pregações religiosas ou qualquer outro meio que, infelizmente, alguns pseudo- educadores tentam impor aos nossos filhos adolescentes. A tarefa educacional, quer ideológica, religiosa ou outras similares, incumbe à família.

    Como pai de adolescentes que já foram vítimas de predadores marxistas em sala de aula, exijo o meu direito de saber exatamente tudo, on line, o que acontece realmente com minhas filhas quando na responsabilidade de terceiros, inclusive do Estado. Qualquer intenção de me privar disso é crime óbvio, clara demonstração de má fé e indício de ilegalidade e imoralidade por parte de aproveitadores de seres humanos emocionalmente frágeis.

    Se você quiser checar o quanto esta reportagem é mentirosa e tem o objetivo de te desinformar (e se não tiver sido doutrinado pelo marxismo) poderá facilmente confirmar a verdade que acontece nas escolas brasileiras apenas conversando com alunos ou assistindo uma dessas gravações “criminosas”; tentam tão somente criminalizar a prova de sua sordidez, da mesma forma que tentaram criminalizar Sergio Moro e o MP do Paraná.

    Sr Guilherme, não se comporte como um ignóbil. É óbvio e ululante que me refiro a ambiente profissional e não íntimo, onde seres humanos frágeis e com personalidade em formação estão sob tutela de adultos que podem ser, definidos por estatística simples, psicopatas, abusadores, etc. Todos os pais tem o direito absoluto de saber exatamente o que os tutores e o Estado estão fazendo com seus filhos, isso é viver numa sociedade com o mínimo de liberdade. Marxistas acham que não.

    Nesta reportagem vemos os agressores marxistas usando a mesma tática que em salas de aula, de vitimização e agressão moral, invertendo os fatos e se fingindo de agredidos. Se na sala de aula adultos predadores marxistas disfarçados de professores humilham estudantes liberais, postos como egoístas perante a turma, na reportagem os agressores tentam passar a ideia de que o Escola sem partido quer censurar ao invés de querer proteger crianças e adolescentes de uma doutrinação covarde.

    O Guilherme mente loucamente. Minha fé não é religiosa, é liberal, acredito na liberdade do indivíduo como pré-requisito da existência humana digna, e a descrição que ele cita do que ocorre nas escolas é falsa e pode ser facilmente desmentida com averiguação simples.” > https://comentarios1.folha.uol.com.br/comentarios/6091841?skin=folhaonline

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