Depoimentos

Divulgaremos neste espaço depoimentos de estudantes que tiveram ou ainda têm de aturar a militância político-partidária ou ideológica de seus professores.

Esperamos, com isso, alcançar um duplo resultado. O primeiro é ajudar outros estudantes a identificar as estratégias de doutrinação e propaganda utilizadas por seus professores e, naturalmente, se precaver contra elas. O segundo é mostrar aos professores que porventura se reconheçam em tais depoimentos o grande erro que vêm cometendo ao tentar fazer de seus alunos futuros "agentes de transformação social", a serviço desse ou daquele partido ou ideologia.

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Do filósofo Luiz Felipe Pondé, nas Páginas Amarelas da Veja

"Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: 'Ele não matou muita gente?'. A professora se vira para a menina e responde: 'O seu pai também mata muita gente de fome.' O que autoriza um professor a usar esse tipo de argumento é ostatus quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão a esse tipo de julgamento moral sumário."

Revista Veja, edição de 29 de julho de 2011

Do jornalista Leandro Narloch, no "Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil"

"Eu fui um dos estudantes que aprenderam a tragédia paraguaia. Era aluno de um colégio de freiras e considerava os professores de história e geografia meus heróis. Um deles era candidato a deputado estadual, o outro organizava mutirões para construção de casas na periferia. As provas que eles passavam eram geralmente questionários -- ganhava 10 quem respondesse os lugares-comuns na linha política do professor ou do livro didático que ele usava. Demorou para eu perceber que a história do genocídio do Paraguai fazia parte de um discurso político."

Extraído do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, pág. 157

Mensagem enviada por Alisson Coutinho, em 19.01.2011: "Seja a favor ou fique calado"

Meu nome é Alisson Coutinho de Souza e sou professor de matemática de algumas escolas no Recife e gostaria de deixar algumas dicas comportamentais para quem deseja seguir essa profissão tão gratificante:

1 - seja ateu; 2 - seja a favor do homossexualismo; 3 - se for professor de história, seja comunista; 4 - sempre fale mal das religiões; 5 - idolatre Paulo Freire; 6 - acredite religiosamente em Freud e em Darwin; 7 - não leia a Veja; 8 - leia Diplomatique; 9 - vote no PT; 10 - e sempre faça uma revisão com a cara da prova.

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Quadro com resultados da pesquisa CNT/Sensus sobre doutrinação ideológica nas escolas

http://www.escolasempartido.org/images/quadroveja.jpg

 

 

 

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