Divulgaremos neste espaço depoimentos de estudantes que tiveram ou ainda têm de aturar a militância político-partidária ou ideológica de seus professores.
Esperamos, com isso, alcançar um duplo resultado. O primeiro é ajudar outros estudantes a identificar as estratégias de doutrinação e propaganda utilizadas por seus professores e, naturalmente, se precaver contra elas. O segundo é mostrar aos professores que porventura se reconheçam em tais depoimentos o grande erro que vêm cometendo ao tentar fazer de seus alunos futuros "agentes de transformação social", a serviço desse ou daquele partido ou ideologia.
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"Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: 'Ele não matou muita gente?'. A professora se vira para a menina e responde: 'O seu pai também mata muita gente de fome.' O que autoriza um professor a usar esse tipo de argumento é ostatus quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão a esse tipo de julgamento moral sumário."
Revista Veja, edição de 29 de julho de 2011
"Eu fui um dos estudantes que aprenderam a tragédia paraguaia. Era aluno de um colégio de freiras e considerava os professores de história e geografia meus heróis. Um deles era candidato a deputado estadual, o outro organizava mutirões para construção de casas na periferia. As provas que eles passavam eram geralmente questionários -- ganhava 10 quem respondesse os lugares-comuns na linha política do professor ou do livro didático que ele usava. Demorou para eu perceber que a história do genocídio do Paraguai fazia parte de um discurso político."
Extraído do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, pág. 157
Meu nome é Alisson Coutinho de Souza e sou professor de matemática de algumas escolas no Recife e gostaria de deixar algumas dicas comportamentais para quem deseja seguir essa profissão tão gratificante:
1 - seja ateu; 2 - seja a favor do homossexualismo; 3 - se for professor de história, seja comunista; 4 - sempre fale mal das religiões; 5 - idolatre Paulo Freire; 6 - acredite religiosamente em Freud e em Darwin; 7 - não leia a Veja; 8 - leia Diplomatique; 9 - vote no PT; 10 - e sempre faça uma revisão com a cara da prova.