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Vítima de um verdadeiro “sequestro intelectual”, o estudante doutrinado quase sempre desenvolve, em relação ao professor/doutrinador, uma intensa ligação afetiva. Como já se disse a propósito da Síndrome de Escocolmo “dependendo do grau de sua identificação com o sequestrador, a vítima pode negar que o sequestrador esteja errado, admitindo que os possíveis libertadores e sua insistência em punir o sequestrador são, na verdade, os responsáveis por sua situação”. De modo análogo, muitos estudantes não só se recusam a admitir que estão sendo política e ideologicamente manipulados por seus professores, como saem furiosos em sua defesa, quando alguém lhes demonstra o que está acontecendo.
EscolasemPartido.org divulgará, neste espaço, relatos e estudos a respeito desse curioso fenômeno.
Freqüentemente, porém, a solidariedade e cumplicidade de certos alunos – sobretudo os mais experientes – com professores/doutrinadores advém de uma simples e direta comunhão de objetivos político-ideológicos, como parece ocorrer, por exemplo, no caso do “estudante” Ronaldo Carmona, 28 anos, membro da executiva nacional da UJS - União da Juventude Socialista (desde 1996) e do Departamento de Relações Internacionais do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que, em abril de 2002, escreveu:
“No seu afã liberal, certa 'esquerda' critica a "doutrinação" e a "convocação" da juventude pelos estados socialistas, como se mobilizar os jovens pela edificação do socialismo fosse algo ruim. (...). Essa é a visão à qual a UJS está chamada a se contrapor, com consistência." (http://www.ujs.org.br/nossa_cara_1_trab.asp)
Mostraremos, portanto, também neste espaço, situações em que certos “estudantes”, no seu afã totalitário, tornam-se co-autores do delito de doutrinação.
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| Os alunos do Carlão - Reação às críticas do jornalista Reinaldo Azevedo à aula de História do Prof. Carlão, do Anglo de Tatuí (22.04.2008). |
| Uma Tragégia na UFF - EscolasemPartido.org selecionou algumas das mensagens mais “extrovertidas” e significativas, postadas no grupo de discussão do Centro Acadêmico do curso de História da UFF, por ocasião da denúncia feita pelo estudante Felipe Spaluto Paúl. Leia e veja como a atuação intimidatória de certos alunos contribui decisivamente para garantir o sucesso do empreendimento político-ideológico de seus mestres militantes. Observe, também, a defesa neurótica e melancólica que outros estudantes se vêem constrangidos a fazer do sistema que os aprisiona intelectualmente, para não ter de reconhecer em público que foram e continuam a ser manipulados e ludibriados por seus engajados professores. |
| Universidade Sitiada - Episódio recente, ocorrido na UERJ, dá uma idéia do estrago que certos grupos vêm fazendo nas universidades brasileiras. |
| O Caso Sigma - (Miguel Nagib) Em setembro de 2003, decidi escrever ao professor de História de minha filha, que cursava a 8ª série, no Colégio Sigma, em Brasília, uma carta aberta, contestando a comparação que ele havia feito em sala entre o guerrilheiro comunista Ernesto “Che” Guevara e São Francisco de Assis, e aproveitando para denunciar o facciosismo político-ideológica de suas aulas.
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