Universidade Federal de Ouro Preto abriga “Centro de Difusão do Comunismo”

 

Que as universidades brasileiras se converteram nas últimas décadas em centros de propagação das ideologias e mitologias da esquerda é fato que hoje ninguém mais ignora. O que muita gente não sabe é que a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) abriga, oficialmente, um “Centro de Difusão do Comunismo”.

Não é piada, não. Vejam aqui.

O Centro de Difusão do Comunismo (CDC) está vinculado ao curso de Serviço Social da UFOP, e desenvolve (ou desenvolvia até 2012), sob a coordenação do Prof. André Luiz Monteiro Mayer, dois projetos de extensão: a Liga dos Comunistas e a Equipe Rosa Luxemburgo. O primeiro (que tem, ou teve, apoio do CNPq) se apresenta como um “núcleo de estudo e pesquisa sobre o movimento do real, referenciado à teoria social de Marx e à tradição marxista”; e o segundo como um grupo “de Debate e Militância Política Anticapitalista”.

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Vergonha!!! Direção da Faculdade de Direito da UFC cede à pressão de Coletivo fascista e retira artigo de site

 

Depois de haver declarado que não exerceria “qualquer tipo de censura” e que asseguraria “à sua comunidade acadêmica a livre manifestação de pensamento”, a direção da Faculdade de Direito da UFC volta atrás e retira da página da faculdade na internet, sem nenhuma explicação, o artigo “Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ‘Casamento’ homossexual e o fim da democracia”, de autoria do Prof. Glauco Barreira Magalhães Filho (para conferir, clique aqui).

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Era só o que faltava: estudantes que dizem defender "ensino jurídico crítico" pedem censura na UFC

Em nome do combate à homofobia e ao preconceito, uma entidade militante que se identifica como “Coletivo Conteste!” -- aparentemente formada por alunos da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará -- está tentando impor a censura naquela universidade.

Trata-se de uma petição pública convocando estudantes dessa faculdade a exigir da direção da UFC que retire do seu site o artigo “Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ‘Casamento’ homossexual e o fim da democracia”, de autoria do Prof. Glauco Barreira Magalhães Filho.

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De novo, a tentativa de criar o "homem novo". Será que agora vai? E os pais? Será que estão sabendo? Será que estão de acordo?

João, de 4 anos, em seu salão de cabeleireiro - Epitacio Pessoa/EstadãoReportagem de Ocimara Balmant, publicada no Estadão (edição de 4 de maio de 2013), sob o título "Bonecas são para menino? Em algumas escolas, sim". Leia, em seguida, o comentário do ESP.

No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de 4 anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de 5 anos, que há pouco brincava de casinha.

Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil - com idade entre 3 e 5 anos - transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.

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Quadro com resultados da pesquisa CNT/Sensus sobre doutrinação ideológica nas escolas

http://www.escolasempartido.org/images/quadroveja.jpg

 

 

 

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